A rede de televisão e rádio conseguiu reduzir mais de R$ 670 mil em custo por ano ao transformar o posto de acesso físico em portaria virtual. Agora garantindo mais segurança e agilidade em todo o processo.

Em sua sede, localizada em São Paulo, no bairro Morumbi, há uma grande movimentação na portaria, com a entrada e saída de visitantes, elenco dos programas, carga e descarga de materiais, além de mais de 200 veículos de link, que fazem a cobertura jornalística em campo.

Toda a operação era realizada por seguranças em postos físicos que faziam a vigilância externa e interna da portaria, 24h e 7 dias por semana. O processo de identificação do condutor e autorização via rádio entre a portaria e a central de monitoramento levava cerca de três minutos. Além da demora na liberação, a exposição física do vigilante, porteiro e visitante, tornava todo o método inseguro e de fácil invasão. O custo da portaria física também era um ponto negativo, os gastos chegavam a R$ 56 mil por mês , um total de R$ 672 mil por ano.

Em busca de mais agilidade no processo de entrada e saída de veículos leves e pesados, e de maior segurança, tanto dos visitantes quanto dos colaboradores, a Band procurou por novas tecnologias para automatizar a sua portaria, e transformou os postos físicos em portarias remotas.

Com a solução de portaria virtual, o processo de identificação e liberação do visitante passou a levar 30 segundos para ser concluído, além de todas as imagens e áudio ficarem armazenados nos servidores por 30 dias. Também não existe mais o risco dos vigilantes ou condutores serem abordados por criminosos, uma vez que os colaboradores ficam em uma central de segurança remota, protegidos por um sistema de controle de acesso, e os visitantes permanecem em uma eclusa aguardando a autorização para entrar dentro do complexo da Band.

Fonte: Revista segurança eletrônica.